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Futebol Feminino: Portugal alcança 10º lugar no Mundialito

No jogo que opôs Portugal e Islândia, referente ao 9º e 10º lugar do 17º Mundialito de Futebol Feminino, a vitória acabou por sorrir às nórdicas.

No estádio do Algarve, a primeira parte foi disputada taco a taco entre as duas selecções, mas a equipa nacional mostrou uma quebra física no segundo tempo, deixando-se dominar pela Islândia.

O estado do relvado também foi um factor determinante. A lama e as partes escorregadias do terreno fizeram com que o jogo se tornasse mais físico, aspecto em que as portuguesas fraquejaram.

A história do jogo começou a desenhar-se aos 48 minutos, momento em que a Islândia inaugurou o marcador. Aos 63 minutos Portugal sofreu mais um golo, com o resultado final a ser estabelecido já depois dos 90, em período de descontos.

Os remates à baliza islandesa foram muito poucos. De destacar a acção de Mónica Gonçalves que quando Portugal perdia por 1-0 desferiu um remate que por pouco não entrou.

A seleccionadora nacional Mónica Jorge apercebeu-se dos problemas da sua equipa e no final do jogo comentou: «Perdemos o jogo, mas saímos de cabeça erguida. Fizemos tudo, sabíamos que ia ser um jogo fisicamente complicado, devido ao estado relvado». A seleccionadora completou as suas declarações afirmando que «a Islândia foi mais forte, aproveitou as oportunidades e ganhou bem».

Mónica Jorge e a sua equipa concentram-se agora na qualificação para o campeonato do mundo e as perspectivas são boas. A seleccionadora comentou que «Depois do que vimos aqui, posso garantir que temos equipa e noutra qualidade de campo, jogamos bem melhor».

Na final do Mundialito, os Estados Unidos bateram a Alemanha, campeã mundial e olímpica, por 3-2 e conquistaram o sétimo troféu na prova.

In www.maisfutebol.iol.pt

A Selecção Nacional Feminina A defrontará, na próxima quarta-feira (3 de Março), a sua congénere islandesa no encontro de atribuição do nono e décimo lugares do XVII Algarve Women’s Football Cup/Mundialito de Futebol Feminino.

Depois de ter terminado a fase de grupos empatada com a Roménia, no que a pontos e número de golos diz respeito, a Equipa das Quinas confirmou a segunda posição no Grupo C, após o sorteio de desempate, situação que Mónica Jorge considera injusta. “É, de certa forma, injusta, uma vez que tínhamos terminado a fase de grupos sem qualquer derrota, mas foi a única forma de desempate possível. Fizemos dois jogos muito bons, frente às Ilhas Faroé e à Roménia, e neste último conseguimos dar a volta ao resultado, por isso ficámos com um certo amargo de boca”, afirmou.

Fazendo um balanço das prestações das suas comandadas durante esta competição, a Seleccionadora Nacional salienta as falhas na finalização e a falta de sorte em determinados períodos do torneio. “Como disse, depois de termos terminado a fase de grupos sem qualquer derrota, só posso fazer um balanço positivo. A nossa organização de jogo, sobretudo defensiva, funcionou muito bem, até porque só sofremos um golo, mas temos consciência que falhámos golos em momentos-chave destes dois últimos encontros. Além disso, faltou-nos uma pontinha de sorte para conseguirmos resultados mais dilatados”.

No que diz respeito ao último desafio deste Algarve Cup, Mónica Jorge espera obter um bom resultado que permita manter a invencibilidade da equipa e contribuir para uma melhor posição no ranking. “As nossas adversárias evoluiram bastante nos últimos anos, tem feito um bom trabalho de desenvolvimento e contam com o contributo de algumas jogadoras que disputam campeonatos muito competitivos e evoluídos. Temos consciência das dificuldades que iremos encontrar, vamos ter de lutar contra o cansaço físico e psicológico, que é normal neste tipo de competição, mas queremos terminar o torneio com um bom resultado que nos permita manter a invencibilidade da equipa e subir algumas posições no ranking”, explicou.

O encontro será disputado no Estádio Algarve, em Faro, na próxima quarta-feira (3 de Março), pelas 13h00.

In www.fpf.pt

A Selecção Nacional Feminina A defrontará, na próxima segunda-feira (1 de Março), a sua congénere austríaca, num jogo que encerrará a fase de grupos do XVII Algarve Women’s Football Cup.

Partindo na primeira posição do grupo, graças ao maior número de golos marcados, Mónica Jorge garante que as suas pupilas lutarão pela manutenção da posição. “Só depende de nós manter esta vantagem de golos que nos garante o primeiro lugar no grupo. Queremos fazer uma boa exibição e dar o máximo para marcar mais golos. Já caracterizámos as adversárias e sabemos que é uma equipa muito semelhante à do ano passado, fisicamente forte. Sabemos quais são as jogadoras-chave e tentaremos anular esses pontos fortes através da nossa criatividade”, disse.

A Seleccionadora Nacional admite fazer algumas alterações para este encontro, tentando atenuar as queixas físicas que já se fazem sentir. “Temos algumas queixas, em termos físicos. Algumas jogadoras estão mais cansadas do que outras e teremos de jogar com essas limitações. Vamos gerir o esforço e cansaço da equipa para nos apresentarmos sempre ao melhor nível”, explicou.

O jogo diante da Áustria está agendado para as 14h00, no Estádio Algarve, em Faro

In www.fpf.pt

A Selecção Nacional Feminina A terá a sua estreia no XVII Algarve Women’s Football Cup/Mundialito de Futebol Feminino na próxima quarta-feira (24 de Fevereiro), diante das Ilhas Faroé. Na antevisão do encontro, Mónica Jorge deu conta das expectativas lusas para este torneio.

“Mais do que repetir o feito do ano passado, partimos para o torneio com o intuito de tentar fazer ainda melhor do que já foi feito. Queremos muito ganhar o nosso grupo e, no final, alcançar o sétimo lugar”, afirmou a Seleccionadora Nacional, que espera “que esta competição seja um bom momento de preparação para todas as jogadoras e que não haja lesões graves”.

Perante uma equipa com novas jogadoras, a técnica lusa acredita que, “à semelhança do que tem vindo a acontecer nos anos anteriores, sejam revelados novos valores. “Mais cedo ou mais tarde, é necessário começar a construir uma base forte para os desafios que nos esperam e penso que é isso que temos feito. Contamos com o apoio e experiência das jogadoras que cá estão há mais tempo para a integração das que vêm pela primeira vez e que poderão assumir-se como uma mais-valia para o futuro, por isso o espírito de grupo que temos actualmente é muito positivo e reflectir-se-á, com certeza, no que fizermos”, disse.

Tendo, nos últimos dias, insistido nos aspectos de finalização e posse de bola, Mónica Jorge aponta a força física e o jogo aéreo como as principais dificuldades a ultrapassar frente à formação das Ilhas Faroé. “Nestes últimos dias temos dedicado mais atenção às questões da finalização e de posse bola, até porque já começámos a preparar a nossa estreia. Sabemos que as nossas adversárias são uma equipa em construção, que integra muitas jogadoras de Sub-17 e Sub-19, com experiência em competições desses escalões. Já as defrontámos enquanto Sub-19 e se forem essas as jogadoras que fizeram a transição para este escalão sabemos, de certa forma, o que esperar. São fisicamente fortes, apostam num jogo directo e aéreo, o que podem ser as maiores dificuldades para a nossa equipa, mas como sempre daremos o nosso máximo para fazermos um bom jogo”.

“É importante começarmos o torneio com um jogo positivo e, se possível, com jogos a nosso favor para que a equipa ganhe rotinas e para ser mais fácil delinear as estratégias dos próximos jogos. Melhor do que os treinos, só mesmo os jogos para construir uma equipa”, concluiu.

O primeiro encontro das pupilas de Mónica Jorge no Mundialito de Futebol Feminino está agendado para as 14h00 da próxima quarta-feira, no Complexo Desportivo da Belavista, no Parchal.

In www.fpf.pt

Seleccionadora Nacional desde Agosto de 2007, Mónica Jorge tem já uma vasta experiência em Mundialitos de Futebol Feminino, adquirida ao longo das últimas oito temporadas, seis das quais enquanto treinadora-adjunta.

Em 2008, a actual Seleccionadora Nacional cumpriu o primeiro Algarve Cup com resultados bastante positivos e na última edição repetiu a melhor classificação de sempre nesta competição – o 8º lugar registado em 2004. Na edição de 2009, no último encontro de classificação, a formação lusa bateu-se mesmo de igual para igual com a Finlândia (16º do ranking FIFA) e só perdeu no desempate através da marca de grande penalidade. Durante a fase de grupos a Equipa das Quinas venceu todos os encontros – 2-1, com a Polónia, 2-1 com o País de Gales e 1-0 diante da Áustria. Em 2008, depois da vitória diante da República da Irlanda (2-0) e da Polónia (3-1), a Equipa das Quinas saiu derrotada do confronto com a Islândia (0-3), mas no jogo final de classificação arrancou um empate a todos os níveis notável, diante da “super-potência” China.

Estas duas participações extremamente positivas aos comandos da nossa Selecção, levam Mónica Jorge a encarar a participação no XVII Algarve Cup com optimismo e ambição reforçados, mas sempre com a noção das dificuldades que se apresentarão nesta competição, que é uma referência no calendário internacional de Futebol Feminino.

“Queremos conseguir o melhor resultado possível. Todos os anos tentamos superar-nos, pois só assim se cresce competitivamente. O objectivo passa sempre por tentarmos dar o nosso melhor, mas respeitando sempre os adversários, independentemente do seu ranking actual”, explica a Seleccionadora. “Já não há jogos fáceis, até porque todas as equipas têm evoluído de ano para ano. Actualmente, no futebol feminino, esse acréscimo competitivo é uma constante. No entanto, o nosso crescimento também é uma realidade positiva, daí estar confiante que iremos alcançar bons resultados neste Algarve Cup.”

A treinadora acredita que é possível repetir a prestação do ano anterior. “Temos os pés bem assentes na terra e sabemos que os nossos adversários terão o mesmo objectivo competitivo. O importante é que vitórias ou derrotas façam parte do nosso processo de aprendizagem, não escondo que ambicionamos vencer o nosso grupo. Não podemos esquecer que neste Torneio aproveitaremos, igualmente, a oportunidade para observar novas jogadoras num momento competitivo especial e de preparação para a dupla jornada de qualificação para o Mundial, que se realiza em Março com a Itália e a Arménia”, explicou, reiterando que “com entrega, trabalho, motivação e capacidade de superação é possível e isso não pode faltar às nossas jogadoras”.

No caminho certo
Mónica Jorge defende que a Selecção Feminina está “no caminho certo”. “Competitivamente a nossa Selecção tem crescido e evoluído. Detém um grupo de jogadoras bastante jovens com enorme qualidade. Futuramente, vão ser uma mais-valia para a equipa com a experiência que vão adquirindo com as jogadoras mais internacionais, em momentos competitivos como este. Esperamos que todo este processo tenha continuidade, pois resulta de um trabalho mais alargado que parte da nossa estrutura federativa, embora também esteja dependente do momento que as atletas atravessam nos clubes. É por isso que não nos cansamos de sublinhar a importância que todos os dirigentes, treinadores e atletas que connosco colaboram directamente. As nossas vitórias são deles também”, concluiu.

In www.fpf.pt

São 23 as jogadoras convocadas por Mónica Jorge para o estágio da Selecção Nacional Feminina, que visa preparar os próximos encontros da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo Alemanha 2011. A Equipa das Quinas concentrar-se-á entre os dias 1 e 4 de Fevereiro, realizando quatro sessões de treino e dois jogos de preparação no Centro de Estágios e Formação Desportiva de Rio Maior.

Onze estreias
Neste estágio de quatro dias destaca-se a estreia das seguintes jogadoras ao serviço da Selecção Nacional Feminina A: Bruna Morais, Diana Silva, Ana Cerca, Cristiana Gonçalves, Patrícia Morais, Diana Sousa, Liliana Almeida, Filipa Patão, Andreia Gradim, Anita e Tita.

Eis a lista de convocadas:
AU Estação: Bruna Morais;
AD Serpinense: Diana Silva;
CF Benfica: Elsa Ventura e Susana Dias;
Clube Albergaria: Ana Cerca e Mary Bento;
Del Negro: Cristiana Gonçalves;
Escola FF Setúbal: Jamila Marreiros e Patrícia Morais;
Escola FC: Catarina Almeida, Francisca Martins e Noémia Figueiredo;
Fundação D. Laura Santos: Diana Sousa;
Leixões SC: Joana Carvalho e Kikas;
SM Murtoense: Liliana Almeida;
SU 1º Dezembro: Carolina Mendes e Filipa Patão;
UD Caranguejeira: Ana Valinho;
UD Oliveirense: Andreia Gradim e Sara Santos;
UR Cadima: Anita e Tita.

Programa de actividades
01.02.2010 | Segunda-feira
14h30 – Concentração das jogadoras (Centro de Estágios de Rio Maior)
16h30 – Treino Centro de Estágios de Rio Maior

02.02.2010 | Terça-feira
10h00 – Treino Centro de Estágios de Rio Maior
19h00 – Jogo-treino Núcleo Sportinguista de Rio Maior (Centro de Estágios de Rio Maior)

03.02.2010 | Quarta-feira
10h00 – Treino Centro de Estágios de Rio Maior
19h30 – Jogo-treino Caldas SC (Centro de Estágios de Rio Maior)

04.02.2010 | Quinta-feira
10h00 – Treino Centro de Estágios de Rio Maior

In www.fpf.pt

Mónica Jorge, no jogo UD Ponte Frielas - CP Martim

Mónica Jorge, no jogo UD Ponte Frielas - CP Martim

Além da equipa da Casa do Povo de Martim ter conseguido um bom resultado em Ponte Frielas, contou ainda com a presença da Seleccionadora Nacional Mónica Jorge, que esteve a observar o jogo. Esta não é a primeira vez que os jogos da Casa do Povo de Martim contam com a presença de elementos da equipa técnica da Selecção Nacional, tendo também estava presente o Prof. Carlos Sacadura no jogo em que a Casa do Povo de Martim defrontou o C Albergaria.

Espera-se que este seja um bom prenúncio do bom trabalho que se está a desenvolver em Martim, comandado pelo Técnico José Bento.

monica_jorge

O UEFA WOMEN’S EURO 2009™, realizado este Verão, mostrou o enorme desenvolvimento do futebol feminino, e o torneio é o ponto de partida para os debates da primeira edição da Conferência de Treinadores de Selecções Femininas da UEFA, em Nyon, entre 30 de Novembro e 2 de Dezembro, que contará com a presença da equipa técnica lusa, formada por Mónica Jorge e Carlos Sacadura.

Conferência
Os treinadores de selecções femininas e directores-técnicos das 53 federações da UEFA foram convidados para a conferência, denominada “UEFA WOMEN’S EURO 2009™ and Beyond”. O objectivo deste evento é avaliar e analisar a fase final, que decorreu na Finlândia – onde a Alemanha conquistou o quinto título europeu consecutivo –, debater as actuais tendências e trocar informação e ideias sobre assuntos que dizem respeito ao desenvolvimento técnico do futebol feminino de selecções.

Melhorias
“O futebol feminino tem vindo a melhorar e o aumento do número de equipas que participam na fase final possibilitou a muitas delas adquirirem a experiência de um torneio de selecções de topo”, disse Michel Platini, Presidente da UEFA, na sua mensagem dirigida à conferência. “A qualidade dos jogos foi elevada e muitos deles foram renhidos, proporcionando momentos de grande expectativa”.

Experiência
“O desenvolvimento do futebol feminino também se deve, em grande parte, à crescente melhoria nas qualificações dos treinadores um pouco por toda a Europa”, acrescentou. “Isso foi destacado quando Hope Powell [Inglaterra] e Silvia Neid [Alemanha], duas treinadoras muito experientes, disputaram a final, em Helsínquia”.

Agenda
Entre os tópicos da agenda estão o papel do seleccionador, uma análise da mentalidade necessária para desfrutar de sucesso ao mais alto nível no futebol feminino, arbitragem na fase final do EURO e um relatório sobre o grupo de estudo de lesões da UEFA no torneio. O relatório técnico do WOMEN’S EURO 2009™ também vai ser apresentado e os delegados vão ser convidados a debater o actual e o futuro desenvolvimento das competições femininas da UEFA.

In www.fpf.pt